Doação de sangue: Thiago Luiz Coelho Vieira

Quando alguém necessita de ajuda, se não podemos ajudar de outra forma, divulgar é o mínimo! Orar e enviar bons fluidos é fundamental e poder ajudar a encontrar alguém que possa fazer mais é essencial!

A Marina me ensinou muito sobre luta e ainda mais sobre o quão importante é formar uma corrente do bem! É por isso que não mais me omitirei.

Repasso, assim, o apelo que recebi ontem:

Thiago Luiz Coelho Vieira, 16 anos, teve diagnosticada uma Leucemia Mielóide Aguda M3, no dia 28 de março de 2012. No momento encontra-se internado na Unidade de Transplante de Medula Óssea do Hospital Governador Celso Ramos (Florianópolis-SC), onde está sendo submetido a Quimioterapia.

Seu tipo sanguíneo é o AB+, o receptor universal. Porém, ele está precisando com URGÊNCIA de plaquetas e de um componente do sangue muito importante para seu tratamento neste momento, chamado CRIOPRECIPITADOS, que só pode ser do mesmo tipo sanguíneo. Como seu sangue é muito raro, menos de 5% da população, estamos pedindo a colaboração de todos na divulgação e também na doação.

Importante:

Quem puder ajudar é só comparecer no HEMOSC de sua cidade e identificar-se como doador de sangue para Thiago Luiz Coelho Vieira e, não esquecer de pedir para coletar o Crio.

Assim, meus amigos, peço que aqueles que se enquadrarem nos requisitos acima e puderem ajudar o Thiago, que o façam sem pestanejar! Nosso mundo precisa um pouco mais de atitude, de caridade, amor e compaixão!

Acredito que ainda podemos ser melhores!

Chaminés

Que me desculpem os leitores que tenham, por hábito, o fumo. Odeio chaminé!

Ao menos posso freqüentar lugares fechados com a tranqüilidade de que, enquanto estiver ali, posso respirar sem me tornar uma fumante passiva, com os pulmões contaminados por toxinas e com o olfato sendo amaldiçoado pelo odor repugnante e asqueroso da fumaça penetrando minhas narinas e impregnando meu corpo.

Guardo na lembrança uma imagem de alguns anos atrás, em que uma moça fumava e agitava seu cigarro à mesa e sobre a pizza de que todos se alimentavam. A fumaça chegava à minha mesa e fechava-me as vias respiratórias, sufoquei!

Infelizmente, as medidas legais não abrangem todos os lugares! Diariamente, caminhando pelas calçadas de Curitiba, sou obrigada a tragar o fumo expelido por chaminés caminhantes à minha frente, isso quando a beldade (masculina ou feminina) para não receber a fumaça em seu rosto, vira-o para  lado, olha em meu rosto e sopra o fedor tóxico sobre mim.

Meus caros, o fumo deixou de ser símbolo de status há muito tempo! A prática é nojenta e nada saudável, o fumante adquire o cheiro proveniente de seu hábito e prejudica a sua saúde. Pior o fato de lesar a saúde alheia, ou seja, de uma pessoa que adota hábitos menos agressivos e mais saudáveis, que tenta preservar-se e não se destruir.

Pior ainda a falta de consciência daqueles que encarnam chaminés à proximidade das pessoas que amam, fazendo-lhes mal, ainda que sem intenção. Pobres das crianças, que fumam o ar de seus pais, irmãos e parentes ou amigos!

O fumo é razão de mortes e doenças aos borbotões! Inclusive, de pessoas que nada têm a ver com a história!

Se há coisa que ojerizo, é este mal a que tantos se apegam! Sequer me aproximo de pessoas que exibem seu cigarro aceso, ao menos espero que o apague. A propósito, não consigo respira onde impera a fumaça do cigarro ou similares, sufoca-me e enoja-me!

O fumo é fétido, asqueroso e poluente!

Enfim, repugnante!

O que fazer com celulares velhos e outros lixos eletrônicos?

Na quarta-feira, dia 10 de agosto de 2011, o site SEPARE O LIXO E ACERTE NA LATA, que está associado aos trabalhos desenvolvidos pelo IBAMA divulgou o resultado da enquete denominada “O que você faz com o celular usado que não usa mais?”.

O resultado da amostragem foi o seguinte:

  • 70% das pessoas deixam o aparelho guardado por não saber onde descartar;
  • 29% das pessoas levam o aparelho para uma revenda de celular; e
  • 1% das pessoas jogam o celular no lixo comum.

Devo admitir que estou inserida naqueles 70% de perdidos que não sabem exatamente o que fazer. Tendo consciência de que jogar o aparelho no lixo traz graves riscos à natureza e à nossa saúde, optei por empilhar os falecidos celulares antigos em alguma caixa sob a escrivaninha.

Desde computadores e celulares até eletrodomésticos, a tendência natural destes artigos é tornarem-se o que denominamos lixo eletrônico. O problema é que estes produtos contém diversas substâncias nocivas e, quando descartados de maneira incorreta e em locais inapropriados, podem contaminar a terra, lençóis freáticos e, em um efeito bola de neve repercutir de forma grave no meio-ambiente, prejudicando fauna, flora  e, inclusive, nós.

Assim, quando nossos equipamentos eletrônicos ganham a gloriosa classificação de lixo, a coisa mais importante a se fazer é: NÃO JOGAR EM LIXO COMUM!Nesse momento chegamos ao grande ponto problemático: é difícil encontrar estabelecimentos que recebam e tratem o lixo eletrônico, sendo que são relativamente poucos os que recebem esse tipo de equipamento. Então, seguem algumas dicas que podem ajudá-los a se livrar dessas tralhas que podem fazer tanto mal ao nosso planeta se descartadas de maneira irresponsável.

Existem postos de recolhimento para pilhas e baterias, embora nem sempre sabemos onde, exatamente, encontrá-los. Na dúvida, podemos fazer uma busca no Google e localizá-los. Assim, por exemplo, descobri que há posto de recolhimento de pilhas e baterias no Shopping Müeller, em Curitiba-PR (http://www.shoppingmueller.com.br/servicos).

No caso de cidades pequenas, em que esta busca seja fracassada, fazer ligações para órgãos municipais pode ser uma maneira de angariar informações de como e onde descartar os velhos eletrônicos.

No caso dos celulares, assistências técnicas e estabelecimentos de operadoras costumam aceitar a entrega dos aparelhos descartados, podendo reciclar algumas peças dos equipamentos e fazer o devido encaminhamento dos restos nocivos à natureza e à saúde. Em caso de dúvidas, vale a pena ligar para a empresa fabricante do aparelho e indagar como proceder o descarte.

O mesmo vale para todo e qualquer lixo eletrônico, pois os fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos são responsáveis pelo ciclo de vida dos produtos e, conseqüentemente, pelo fim adequado ao equipamento descartado.

Assim, para que possamos nos desfazer dos lixos eletrônicos sem agredir à natureza, temos uma gama de opções de com quem entrar em contato e de quem obter informações. Como consumidores, somos responsáveis pela destinação do produto! Assim, por exemplo, se eu trocasse de televisão e precisasse me desfazer de outra mais antiga, procuraria entrar em contato, ao menos, com o fabricante, com uma revenda (de preferência a loja em que comprei o produto) e com órgãos municipais e de limpeza urbana.

Temos ainda, outras opções, tais como:

  • encaminhar para entidades assistenciais e ONGs;
  • encaminhar para empresas que possuem programas de aproveitamento (como, por exemplo: HPNokiaDell);
  • vender para loja de usados; ou
  • vender ou encaminhar a empresas de reciclagem, não esquecendo de verificar se a empresa possui certificado de destruição e políticas de descarte que não agridam a natureza.

Interessante saber que no Brasil, a legislação relativa a resíduos sólidos é recente. A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi instituída pela Lei n. 12.305, de 2 de agosto de 2010, regulamentada pelo Decreto n. 7.404, de 23 de dezembro de 2010.

Espero ter colaborado um pouco para que todos possam descartar seus lixos eletrônicos com a certeza de que estão dando passos positivos, rumo à conscientização, e auxiliando na proteção e conservação da nossa mãe natureza, bem como garantindo que as próximas gerações de homens, animais e plantas possam viver em um planeta saudável e vivo!

Movimento Nacional das Crianças Inadotáveis (MONACI)

Querem saber o tipo de coisa que renova minha fé na humanidade? Há pessoas boas no mundo e algumas delas se unem para fazer o bem!

Hoje, eu soube de uma família (Família Rau) que tem lutado incessantemente para adotar quatro crianças portadoras de HIV. Infelizmente, os fenômenos burocráticos têm criado uma série de empecilhos. É assim que venho trazer a conhecimento de vocês o Movimento Nacional das Crianças “Inadotáveis” (MONACI).

O MONACI é um grupo de famílias de Curitiba/PR que estão engajadas na adoção de crianças portadoras do HIV, especialmente porque essas crianças acabam sendo rejeitadas e, por isso, crescem nos abrigos e ali chegam à vida adulta, sem conhecer o seio de uma família amorosa.

Ocorre que as dificuldades no processo de adoção, freqüentemente, é tão grande que muitas famílias desistem da adoção de tais crianças. Além disso, várias dessas crianças não são órfãs e estão no abrigo porque foram abandonadas por suas família (e o vínculo legal com a família de origem impossibilita a adoção por novas famílias).

A partir disso, o MONACI busca trazer à flor-da-pele a discussão sobre o tema, difundindo-o pela sociedade e buscando o incentivo das pessoas que acreditam no bem!

Segue abaixo o depoimento da família Rau:

“Conhecemos as crianças “inadotáveis”, ou seja, portadoras do HIV. Nos apaixonamos por quatro, as elas não estão conosco. Muitas esperam por nós, por vocês. Elas não querem só ser cuidadas para sobreviver, elas querem ser importantes para alguém, ser amadas e ter um futuro. Não podem continuar sem a atenção que a lei exige: ou voltam para suas famílias de origem ou ão adotadas. SALVEM AS CRIANÇAS PORTADORAS DO HIV.”

Para saber mais do trabalho e dos ideais do Movimento Nacional das Crianças “Inadotáveis”, visitem www.monaci.com.br, ajudem a divulgar essa união em prol do bem e agreguem força a essa luta!