O Fantasma da Ópera

Se me perguntarem qual meu filme predileto, aquele que faz meu coração palpitar, inebria minha mente, instiga meus sonhos e assim por diante, não haverá hesitação ou segundos para averiguações. “O Fantasma da Ópera” (The Phantom of the Opera) é, sem dúvida nenhuma, o que melhor se enquadra nesta ideia, sua história atiça-me e suas músicas emocionam-me, levam-me a cantar e a sentir algo que simples palavras não são capazes de expressar! Cada nota e cada palavra levam meu coração a um bater diferenciado!

A versão que me apraz, tanto pela produção quanto pela interpretação musical, e especialmente por este quesito, é a de 2004 (http://www.imdb.com/title/tt0293508/)! Sem dúvidas!

Admito, neste momento, que não havia encontrado outras versões das melodias que me levassem ao mesmo nível de êxtase,  ou que me agradassem! Isso mudou hoje, pois Lindsey Stirling surpreendeu-me novamente! Sua releitura e compilação dos temas de “O Fantasma da Ópera” ficou simplesmente incrível!

É claro, ainda não reflete em mim o mesmo efeito que encontro nas trilhas originais do filme, mas não perde o brilho e não deixa a desejar!

 

 

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Mutações e Adaptações: A fluidez da existência!

O mundo é feito de mutações! A vida, de adaptações!

Percebem quão intrínsecas e dependentes são estas conclusões?

Na verdade, a adaptação nada mais é do que uma forma de mudança ou uma reação à mudança! Assim, conforme o todo está movendo-se em um fluxo fluido, é fundamental que estejamos em harmonia, permitindo que as correntezas nos levem e que nossas mentes sejam tão flexíveis quando uma folha que se deixa cair do galho. Ser flexível e adaptar-se a mudanças não significa abandonar preceitos morais e éticos, princípios e crenças!

Creio piamente nesses conceitos de flexibilização e potencialização da nossa capacidade de adaptar-nos em harmonia com as mutações da existência! Nenhuma adaptação pode ser considerada finda, vez que as mudanças são frequentes e infinitas. Assim, toda adaptação é um fluido que deve serpentear ao sabor das águas e dos ventos, sem nunca estagnar.

A teoria é tão simples, não?!

A prática diverge da essencialidade simplista! Aprender a harmonizar nossa mente e nossa energia com toda essa constante renovação é um trabalho árduo, ainda mais quando somos tão resistentes a mudanças, que, por vezes, nos provocam a sair de uma posição cômoda e agradável, de um momento de felicidade e plenitude que desejamos seja eterno! Bem sei e sei melhor do que podem imaginar, pois sou apegada o suficiente a pedacinhos do meu passado que no passado ficaram e que não posso trazer para meu hoje ou para o meu futuro!

Sabem a conseqüência da resistência à mudança, à adaptação? Sofrimento! Depressão! Desânimo! Bem sei e é contra isso que luto todos os dias, ou melhor dizendo, conforme novos conhecimentos adentram em minha mente, venho tentando não lutar contra as modificações, quero ser um fio d’água a correr conforme corre o mundo!

Prender-nos à rigidez de únicas verdades e possibilidades é contrário à harmonia da vida e da evolução, especialmente a psicológica e espiritual!

É importante e fundamental que sejamos o vento a soprar por todos os cantos, contornando cada estrutura e seguindo seu caminho; que sejamos as águas a percorrerem o mundo, desviando, caindo, seguindo; que sejamos o peixe nadando com a corrente, não contra ela, ou o pássaro voando com as brisas a seu favor.

Aceitar adaptações não significa não lutar pelo que se acredita, não significar ir contra as próprias motivações, é saber utilizar as mudanças e movimentos em prol de cada motivo, cada acreditar, cada lutar, cada respirar e cada viver!

Acredito, então, em duas palavras-chaves à vida e ao caminho para a felicidade, pois implicam na harmonia do nosso ser com o todo, são elas: Mutação e Adaptação!

Mutações e Inconstâncias

O mundo é tão mutável, tão averso ao simples girar de uma roda gigante! Tão amante do fluir veloz da correnteza de um rio tortuoso!

Vejo a magia da mutação em cada esquina. O príncipe vira sapo e o sapo vira príncipe. O alimento vira restos e os restos, alimento. O ogro desencanta-se e o encantado torna-se ogro. Um sorriso converge para um lamento e o lamento, para um sorriso.

Nada é estático, nada é o que é, tampouco o que parece ser!

Neste contexto de inconstâncias, como hei de proceder, se as mudanças e descobertas estão em desarmonia com o meu ser, que se transformou no sentido oposto?!

Lindsey Stirling & Peter Hollens

Sou incapaz de me encantar com algo e não querer partilhar com vocês, meus queridos leitores!

Hoje, após assistir uma série de vídeos da Lindsey Stirling e ser ainda mais cativada pelo seu lindo trabalho, resolvi postar mais um! E, devo admitir, foi uma tarefa árdua, porque eu simplesmente queria que vocês vissem TODOS!

Além disso, recordam-se que, no post anterior, apresentei-lhes o tema do jogo Skyrim interpretado por Lindsey e Peter Hollens?! Well, também andei vasculhando os trabalhos dele, especialmente em seu canal no youtube (http://www.youtube.com/user/peterhollens) e selecionei dos vídeos para que vocês possam regozijar como eu!

Apaixonem-se! Encantem-se! Invejem!

 

Lindsey Stirling

AH INVEJA! Sou uma invejosa nata, especialmente quando o assunto em pauta é a arte! Quando a arte se expressa pela música e pela ilustração, nem se diga!

Hoje, descobri um novo objeto para minha inveja saudável e quase deprimente. Seu nome é Lindsey Stirling, uma violinista, dançarina e compositora que foi revelada ao mundo em 2010! É o que descobri em uma breve leitura pelo Wikipédia!

Abaixo, segue um dos muitos vídeos postados no canal do youtube da Lindsey Stirling. Espero que gostem do trabalho dela tanto quanto eu gostei! Espetacular e lindo!