Não falemos dos males

Um dos maiores males que afligem as pessoas é o erro que cometem consigo mesmas.

As pessoas tendem a elevar os pontos negativos de suas vidas e a vendar-se quanto às coisas boas que tornam seus dias mais belos. Quando aprenderem o valor de um raio de sol, de um sorriso, da sorte que lhes agracia, pode ser tarde demais!

Se não reclamo a torto e direito dos meus problemas, é por um simples motivo: Não vou deixar que os males guiem meus passos, meus segundos, minha vida!

As lágrimas e preocupações cabem a mim e a mais ninguém! Se falasse sobre eles e apenas sobre eles, estaria dando forças ao que há de pior na vida!

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Pa-Kua

O Pa-kua (“Oito Mutações”) é um milenar conhecimento chinês representado pelo Ba-gua, qual seja o símbolo do Yin e do Yang circundado pelos oito trigramas que representam as energias que influenciam todas as mudanças.

O I Ching, o livro das mutações, é um dos grandes alicerces para essa densa filosofia, segundo a qual inexiste um estado definitivo e permanente, ou seja, tudo está em constante mudança. O discernimento é a difícil tarefa que implica compreender as energias e conhecer a melhor forma de trabalhá-las, os melhores caminhos a serem tomados, as melhores escolhas a serem feitas, a fim de que as mudanças sejam benéficas e harmônicas.

O Pa-kua foi amplamente difundido no mundo, sendo aplicado, por exemplo, nos princípios do Feng Shui e em estilos de Kung Fu, tendo em vista que alguns mestres desta arte aprenderam o denominado Pa-kua Chuang.

Com o anseio de difundir ao ocidente o antigo conhecimento chinês, o Mestre Rogelio I. M. Giordano Magliacano, em 1976, criou métodos para tornarem mais didática a transmissão dos conhecimentos, adotando o uso de faixas de graduação que representam as oito mutações.

O ensino adotado na Liga Internacional do Pa-kua foi dividido, pelo Mestre Magliacano, em disciplinas, representando diferentes caminho de se adquirir o conhecimento do Pa-kua. Desta forma, temos:

  • Arte Marcial;
  • Armas de Corte;
  • Acrobacia;
  • Tai Chi;
  • Reflexologia;
  • Ritmo;
  • Yoga Chinesa;
  • Energia.

Feita esta breve, e superficial, introdução. Prossigamos.

Desde janeiro/2011, orientada pelo Mestre Daymont, terceiro grau, sou aprendiz de Pa-kua Marcial.

O Mestre Daymont está inaugurando sua própria escola de Pa-kua, no Município de Curitiba – Paraná, a qual está instalada Rua Dr Carlos de Paula Soares 446, loja 3, no Bairro Mercês.

Convidamos todos para conhecerem a nova escola e praticar conosco. Para maiores informações, podem entrar em contato com o Mestre Daymont pelo celular (41) 9148 4628.

Dicas: Como não se vestir

Nas indas e vindas pelas ruas, meus olhos deparam-se com tipos e tipos de pessoas, com seus tipos e tipos de cabelos e roupas, seus tipos e tipos gestuais, seus tipos e tipos de ser.

Inspirada por esses pequenos encontros e desencontros com desconhecidos que, possivelmente, jamais irei conhecer, pensei em escrever uma série de posts voltados para tipos e tipos de vestimenta.

Respeito os gostos e estilos de cada pessoa, mas convenhamos que há mulheres perambulando sem o menor respeito próprio ou sem a menor noção do adequado. Não digo sobre combinação de cores e estampas, digo sobre comprimentos, decotes, aberturas, transparências e afins.

Assim, as primeiras vítimas da minha língua ferina serão as saias, ou melhor, as minissaias!

A maior parte das pessoas não é modista ou estilista, não temos a necessária obrigação de conhecer quais são os melhores modelos para o nosso tipo de corpo. Assim, não venho tratar de saias que engordam ou emagrecem, que esticam ou achatam, que valorizam ou apagam. Tampouco, menciono as estampas! Embora não possa conter um conselho: via de regra, estampas diferentes não se misturam! Assim, por exemplo, se veste saia ou calça florida ou xadrez, o ideal é que a camisa seja lisa! A recíproca é verdadeira! É claro que há estampas que podem ser combinadas, mas a dica garante que você não errará!

Voltando às saias!

Minissaias são peças bonitas e vestem bem mulheres esbeltas! Saliento: Esbeltas! Pessoas mais gordinhas e com cochas muito grossas não são exatamente privilegiadas ao vestir esse modelito, engorda e fica realmente feio! Aprenda a valorizar-se com saias um pouco mais compridas, com aproximadamente cinco dedos acima dos joelhos.

O ponto mais relevante, contudo, é o tal do comprimento. As moçoilas tendem a confundir minissaias com microssaias! Mostrar parte das cochas é bonito e valoriza o corpo da mulher. Agora, mostrar polpa do bumbum ou o bumbum inteiro, dependendo do movimento, é vulgar! Há um abismo enorme entre a mulher bem vestida e a mulher desesperada para chamar atenção dos homens! Estas, definitivamente, tendem a ser apenas diversão passageira.

Respeitem a si mesmas e a seus corpos! Microssaias são vulgares e atribuem àquelas que as vestem a imagem de uma mulher pouco respeitável e, perdoem-me o termo, vadia.

Além disso, é importante discernir os modelos de saia passíveis de serem vestidos nesta ou naquela ocasião. É certo que existem minissaias sociais, mas não sugiro que as utilizem em um ambiente de trabalho mais sério, como um escritório de advocacia, também evite-as em reuniões com clientes ou sócios. Se você quer ser respeitada no seu ambiente de trabalho e ser reconhecida pela sua competência, é fundamental que não tente incorporar aquelas personagens de filmes que transbordam sensualidade e conquistam, no máximo, uma boa pensão alimentícia.

Em praias ou parques, por exemplo, minissaias são bem-vindas, desde que respeitados os limites de comprimento que definem o vulgar!

Outro detalhe importante, vestir saias exige postura e comportamento. Em qualquer situação, andar ou sentar com as pernas abertas gera a imagem de desleixo. Com saias, isso é ainda mais destacado e corre-se o risco de exibir ao público aquilo que deveria estar bem guardado.

Mulheres de todas as idades, sejam adolescentes ou adultas, respeitem a si mesmas e resguardem seus corpos.

Se você quer conquistar os homens, faça-o por seus dotes, inteligência e simpatia, jamais por mostrar seu corpo. Tenha o menor pudor e guarde certos detalhes para os momentos de intimidade, ao invés de exibi-los para qualquer um que passe na rua!

Se a sua auto-estima está baixa, expor-se não vai ajudar! Afinal, será tratada como um objeto descartável! Você faz a sua auto-estima, não os outros!

Respeite-se!

Estereótipos da rejeição

A beleza é relativa, entretanto, criou-se um estereótipo ou requisitos mínimos para que uma mulher seja considerada, no mínimo, aceitável. Ei-la parada ali, diante de nossos olhos, a microscópica cintura definida pela roupa, o rosto fino de traços equilibrados.

Cuide de não se enquadrar para ver o que acontece! Tenha uns quilinhos a mais aqui ou ali e sinta na pele a rejeição!

Quando criança será motivo de chacotas e humilhações. Crescerá com baixa estima!

Quando adolescente, ainda que seu rosto seja harmonioso, jamais será notada como bela! A baixa estima crescerá!

Quando adulto, a auto-estima jaz massacrada e enterrada! Seus ouvidos ainda percebem chamarem sua atenção para mencionarem a beldade que passa, os demais alvoroçados e você se sentindo uma criatura tão desimportante no mundo, não horrenda e repugnante.

A beleza é relativa, dizem todos. Ainda assim, se, como eu, você não se enquadra nos perfis pré-estipulados pelos que nos cercam, sabe que isso é pura balela! Mentiras deslavadas, continuamos sendo rejeitados!

Brisa

O frescor da brisa alcança-me a nuca, refresca a pele, ignora os antecedentes de dias demasiadamente quentes, de bolsões de calor estagnados, de vento adormecido.

O sol esconde-se por de trás de um delicado dossel de nuvens, ligeiramente opaco e acinzentado, aparentemente tão frio. Contudo, meus ossos não gelam e a sensação é deliciosa, há algo de saudoso neste tempo nublado e fresco, um dia de verão sem sol e sem calor escaldante.

Um dia perfeito, tão perfeito que desejaria não estar em uma sala no centro de uma capital. Desejaria estar em um campo ou em uma cidade menor, mais hospitaleira, deixando que minhas pernas me levassem para qualquer lugar em passeio prazeroso. Imagino-me com um vestido de verão, flores pequenas, fundo delicado, andando sem rumo pelas ruas de um lugar simpático, sem o sol ardendo em minha face, com a suave brisa acariciando-me, enganando uns e outros que pensam estar frio.

Não imagino outro lugar para este sonho que não a cidade de minha infância.