Lindsey Stirling

AH INVEJA! Sou uma invejosa nata, especialmente quando o assunto em pauta é a arte! Quando a arte se expressa pela música e pela ilustração, nem se diga!

Hoje, descobri um novo objeto para minha inveja saudável e quase deprimente. Seu nome é Lindsey Stirling, uma violinista, dançarina e compositora que foi revelada ao mundo em 2010! É o que descobri em uma breve leitura pelo Wikipédia!

Abaixo, segue um dos muitos vídeos postados no canal do youtube da Lindsey Stirling. Espero que gostem do trabalho dela tanto quanto eu gostei! Espetacular e lindo!

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“A Hora do Espanto” e “Os três mosqueteiros”

O tempo tipicamente curitibano é inspirador àqueles que apreciam cinema e adoram associá-lo à preguiça! Ontem, a chuvinha agradável aos ouvidos levou-me a vestir um poncho e me embolar no sofá, com uma garrafa de iogurte e um pacote de saldadinho!

Os dois filmes sorteados para a vez? O remakede “A Hora do Espanto” e “Os três mosqueteiros”, ambos de 2011. A conclusão ao final do domingo: O primeiro surpreendeu-me e o segundo decepcionou-me.A adaptação do roteiro de “A Hora do Espanto” foi pincelada com ótima sacadas, muito  atuais! A história é direta e o que interessa começa de pronto, sem muita enrolação! Nada daquela clássica enrolação de bom vizinho durante o filme inteiro para a revelação bombástica de um vampiro ou de um assassino morando ao lado nos últimos 30 minutos de filme! Um filme de terror recheado de alívios cômicos, vale a pena!

Quanto a “Os três mosqueteiros” é o que denomino como um balde de água fria! Apesar do bom elenco, a história e o roteiro são bastante fracos, as cenas são incoerentes e deixam escapar muita desatenção da produção do filme! Na minha opinião, um filme feito às pressas para aproveitamento da modinha do 3D! Claramente, não houve grandes preocupações com uma boa história e as personagens não são vazias e superficiais! A nobreza dos mosqueteiros originais e de D’Artagnan foi pisoteada por um simples “Tô coçando, então topo me colocar em risco” ou “Se é para pegar a dama de companhia da rainha, claro que vou lá me arriscar!”. Resumindo, uma porcaria!

Se querem evitar o tédio e o desgosto, portanto, sequer tentem assistir a essa nova versão de “Os três mosqueteiros”. Ótimas pedidas são “Os três mosqueteiros” (1993) e “O homem da máscara de ferro” (1998), estes dois filmes tiveram boas adaptações de roteiro e são empolgantes!

The Godfather (O Poderoso Chefão)

O Poderoso Chefão!

Simplesmente sem comentários! Você não cansa, você vicia e a cada cena pede sedento por mais uma dose de Marlon Brando, Al Pacino, De Niro e uma penca de atores fabulosos! O filme está, em minha singela opinião, entre as maiores obras! Espetacularidades à parte…

O Poderoso Chefão vai muito além da história da máfia, das conquistas e respeito de Vito Corleone, da história dos imigrantes italianos, e afins. O filme conta, acima de tudo, a história de frustração e insucesso de Michael Corleone, cujos esforços para proteger a família foram tão cegos que os laços fragilizaram-se. Penso que o maior erro de Michael foi não haver aprendido suficiente com seu pai, o que é compreensível vez que de fato não almejava um posto na máfia. Sonny havia nascido com o talento de Vito, mas sua impulsividade o levara a não alcançar o posto de padrinho em razão da morte. Fredo era o maior exemplo da falta de talento.

Michael, o civil da família e herói de guerra, foi arrastado pelas circunstância para assumir o que não lhe cabia. Seus esforço eram muitos, mas jamais alcançara o status de Vito Corleone. Notem como a figura de Michael é deprimente, ou deprimida.

É claro, como poderia ele comparar-se a Vito? Afinal, Vito construiu, Michael herdou!

Pobre Michael, um grande mafioso à sombra de um Vito Corleone inalcançável!

A série é esplêndida e de uma qualidade excepcional!

Morro do Anhangava

Há experiências e sensações que são indizíveis, apenas nos invadem em um jorro de felicidade e nos mostram um lado da vida que desconhecíamos, nos fazem sorrir como jovens apaixonados e sentir aquele gostinho de quero mais, muito mais!

Na semana passada, fiz a minha primeira trilha! E, na companhia de pessoas que me são muito queridas, subi o Morro do Anhangava!

Sob chuva e sob sol, passamos por entre a mata e mergulhamos na natureza, escalamos rochas aqui e acolá, rastejamos sob o paredão… O cansaço não vinha e tardou a chegar, apenas quando retornei à minha casa, no final da tarde!

O medo de altura era pequeno perto da excitação e não houve hesitações, apenas um profundo respirar, um encarar ao desafio e a coragem tomando-nos como uma lufada de vento penetrando os pulmões!

Ao cume, para lá nos encaminhamos e ali nos deliciamos com o sabor de uma grande conquista, que só terminou quando terminamos o caminho rumo às terras baixas! O corpo não cansava, os pés não doíam e tudo o que havia era a vontade de ficar mais um pouco, subir outro tanto, descer outro tanto, serpentear por entre os percursos enlameados e saborear o sol ou a chuva que nos acariciavam!

Apenas uma tristeza, que pena que dois faltaram aparecer na foto panorâmica! J

Conversa sobre Bernard Cornwell

A despeito do tema que me proponho para este post, acrescento a estremecedora sensação de que estou ficando velha. Velha? Sim, porque meu interesse por Bernard Cornwell nasceu por volta de 10 anos atrás, em uma Bienal do Livro em São Paulo.

Àquele tempo, eu não era jovem demais para ser criança. Hoje, eu não sou jovem demais para ser adolescente.

Fuçando aqui e acolá, vendo estes e aqueles livros! Meus olhos se depararam com uma capa azul em que se lia “O Rei do Inverno”. Nas idas e vindas, apenas adquiri o livro 5 anos depois.

Se você nunca leu um texto de Bernard Cornwell, talvez não seja capaz de compreender as sensações das quais desfrutei e o fascínio que foi incrustado nos pensamentos desta que vos fala.

Bernard Cornwell é um reflexo do que há de melhor em épicos. Em um mergulho penetrante, afogamo-nos em intrincados liames, ricos em detalhes e cuidadosamente desenvolvidos para apontarem a versão mais crível da história ou do que ela representaria. Uma bengala a puxar-nos para dentro do palco de cada acontecimento, conversas ou batalhas (estas narradas com perfeccionismo e conteúdos táticos incríveis!).

É fenomenal como a narrativa se desenvolve e como, em determinados pontos (tais como aqueles que envolvem uma curiosa versão de Merlin), aqueles que crêem em magia podem a vê-la evidentemente estampada, enquanto que os céticos nada mais vêem do que coincidências ou fatos fisicamente prováveis.

A última página de cada coleção é gravada pela frustração decorrente do fim e pela ansiedade para a leitura dos outros títulos.